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Tratamento de Água e Efluentes

Tratamento Biológico | Reatores Biológicos

Os reatores biológicos para tratamento de efluentes são aeróbios ou anaeróbios em função da ausência ou presença de oxigênio que determina os microrganismos. Ambos (aeróbios e anaeróbios) são usados para redução de poluentes orgânicos (DBO), Nitrogênio (N) e Fósforo (P). O tratamento dos efluentes gerar uma água com qualidade variável de acordo com a necessidade, legislação ou reuso. Parâmetros de Qualidade analisados numa água servida tratada e etapas/tratamentos usuais.

Parâmetros

  • DBO
  • N-NH4
  • NO2/NO3
  • Lodo
  • Teor de O2
  • Microorganismos     
  • Odor
  • Tratamentos

  • Equalização-Decantação
  • Ex.: Fossa Séptica, Tanque de decantação, etc..
  • Reator anaeróbio para redução de DBO sem gato de energia
  • Reator aeróbio para polimento do controle de DBO e nitrificação
  • (Transformação da amônia em nitrito e nitrato)
  • Decantador para retenção de lodo
  • Reator anóxico para denitrificação
  • Filtro de areia para retenção de lodo e polimento final
  • Desinfecção para controle de microorganismos
  • Aeração para OD


  • Processo de Redução de Poluição e Etapas

    O tratamento mais completo cumpre todas as exigências enquanto que o mais simples terá apenas redução de DBO gerando uma qualidade baixa de tratamento apresentando odor, amônia, fósforo, coliformes fecais e outros poluentes. (Desinfecção por Ultravioleta).


    Filtros e Reatores Anaeróbios

    Filtros e Reatores Anaeróbios

    O tratamento anaeróbio converte os poluentes orgânicos (DBO) da água em grande quantidade de biogás, (metano – CH4, dióxido de carbono – CO2 e gás sulfídrico – H2S). São empregados em indústrias alimentícias, bebidas, papel, celulose e química, efluentes com altas cargas orgânicas e onde o biogás pode ser usado para produção de vapor. São às vezes usados em efluentes sem pré tratamento e com média e alta carga orgânica (>1500 mg/l de DBO). Podem ser usado para efluentes com temperatura acima de 22 ºC e com presença de componentes tóxicos; é possível o tratamento de efluentes alcalinos sem neutralização e podem retirar até 97% da carga orgânica (DBO), mas em geral são projetados para 70%. São usados como tratamento para infiltração no solo (sumidouro); podem ser operados de forma sazonal e, em geral, exigem pós-tratamento aeróbio (polimento) para nitrificação e denitrificação. Filtros são os equipamentos onde o recheio ou mídia filtrante esta imobilizada. Os reatores têm normalmente o leito fluidizado ou ausência de mídia artificial, contendo unicamente lodo que faz a filtração. O tipo mais comum de reator anaeróbio é o UASB (Up Flow Anaerobic System Blanquet). Estes equipamentos podem ser construídos em concreto enterrado e/ou superfície ou em PVC reforçado com fibra de vidro


    Reatores Aeróbios

    Reatores Aeróbios

    Usados para efluentes pré-clarificados e de baixa carga; também pode ser usado para efluentes com baixa temperatura; aceita presença de componentes tóxicos, mas requer neutralização. É projetado para processo continuo, sem longas paradas; promove a remoção simultânea de nitrogênio (N) e fósforo (P), tem uma produção de lodo maior e precisa de manutenção do sistema de aeração e descarte de lodo. Não apresenta odor e os microorganismos trabalham sem ar as condições de pH. Necessitam de balanceamento de nutrientes (DBO:N:P); permitem pequenas plantas, ocupam pouco espaço e são tolerantes com as variações de carga.


    Reatores Aeróbios

    Conjugação de Reatores Aeróbios, Anaeróbios e Anóxicos

    Uma boa decantação ou filtração inicial da água garantindo ausência de sólidos no sistema de tratamento é importante para o sucesso dos tratamentos. Para esta etapa inicial de separação grosseira e mais fina dos resíduos se usam grades, peneiras estáticas, fossas de decantação, decantadores e flotadores.

    No caso de efluentes com alta carga de DBO, depois do “preparo”, a água, segue inicialmente para um reator anaeróbio para redução de carga. Por requerem menor quantidade de energia que os reatores aeróbios, são usados para receber a carga do efluente e reduzi-la já no inicio do tratamento para depois ser completado pelos sistemas aeróbios que, em contraste, produzem mais lodo e nenhum biogás.


    Podem-se conjugar os dois tipos ou mais de reatores para obter resultados melhores de tratamento: o reator anaeróbio pode ser projetado para reduzir 70% da carga orgânica e, a seguir, um aeróbio faz o polimento alcançando níveis de 95 e 97% de redução. Esta seqüência é interessante também porque, além da alta eficiência e menor consumo de energia, não produz odor na etapa aeróbia final. Os reatores anóxicos para denitrificação são usados para transformação do nitrato (NO3), que pode ser poluente, em nitrogênio gás (N2) liberado-o para a atmosfera. Uma opção de projeto com bastante estabilidade para efluentes sanitários (esgoto doméstico mais resíduos de restaurante), cervejarias, etc.., com cargas acima de 1000 mg/litro, se obtém com dois reatores anaeróbios em seqüência, podendo alcançar até 80-85% eficiência ou abatimento de carga.

    Equipamentos - Filtros e Reatores: Aeróbios e Anaeróbios

    A NaturalTec fabrica uma série de reatores aeróbios, anaeróbios e anóxicos para solucionar diversos problemas de poluição de água. Os equipamentos são modulares e podem ser colocados em série ou em paralelo para multiplicar a capacidade de tratamento e alcançar qualquer vazão existente.

    Filtros Anaeróbios (Enterrados com 70% de eficiência)

    Filtros Anaeróbios

    Reatores Anaeróbio

    (Enterrado ou de Superfície com até 97% de eficiência DBO):

    Reatores Aeróbios

    As Estações Compactas de Tratamento de Efluentes (ETE Compacta)são projetadas para tratamento “in loco” de águas residuais, para pequenos espaços e, de acordo com a legislação a cumprir. (Estações Compactas – ETE)


    Estações Compactas – ETE
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