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Estação Tratamento (ETE) 2017-10-10T15:59:04+00:00

Tratamento Biológico | Estações Compactas – (ETE’s)

O sistema compacto de tratamento de efluentes ou ETE Compacta permite a despoluição e o reaproveitamento das águas de efluentes, atende pequenas vazões com economia de espaço. A despoluição da água segue etapas para retirada dos compostos orgânicos e inorgânicos que causam poluição ao meio ambiente como rios, lagos, mar e lençol freático.

Principais poluentes:

(1) material orgânico com presença de carbono na estrutura que vai causar a falta de oxigênio aos organismos aquáticos; (2) material orgânico com presença de nitrogênio e fósforo que facilitam o desenvolvimento das algas verdes responsáveis pela ação da aparência dos corpos de água e da potabilidade.

No processo de tratamento o carbono orgânico é oxidado e transformando em gás carbônico (CO2) e a amônia – N-NH4/nitrato -NO3, em Nitrogênio gasoso (N2) ambos liberados na atmosfera. Outro problema de poluição são os microorganismos que podem causar epidemias. Para este tratamento específico se emprega o cloro ou os sistemas de radiação ultravioleta.

Etapas de despoluição

Decantação ou filtração » seqüência de reatores » lançamento em corpos de água/Reuso.

O sistema de tratamento de água inclui um pré-tratamento com grade, caixa de areia, caixa de gordura, fossa séptica e peneira ou flotação. Normalmente na seqüência se o sistema for aeróbio vem a câmera de aeração/digestão. Uma ETE Compacta com base em reatores aeróbio necessita de um fornecimento de oxigênio para permitir o desenvolvimento de organismos aeróbicos (lodo ativado) e sua decantação posterior. A água, na seqüência, pode ser desinfetada por cloração, ozonização ou radiação UV e reusada ou lançada no meio ambiente.

Visualização integrada do sistema segundo o EPA 832-F-00-031 de Set/2000:

Estações de Tratamento de Efluentes – ETE Compacta

O Tratamento Biológico da SNatural para redução/retirada de carga orgânica de um efluente ou esgoto doméstico atende a legislação dos Estados e Municípios: Conama 357, Artigo 18 de São Paulo e outros. O tratamento é escolhido em função da localização, legislação e finalidade do tratamento.

Etapas do Tratamento:

  1. Tratamento preliminar
    – Fossa para retenção de Sólidos com TDH acima de 01 dia
    – Remoção de areias
    – Caixa de Remoção de Gordura
    – Transporte e remoção de sólidos gerados no gradeamento ou peneiramento (detritos grosseiros e areias).
  2. Estação Elevatória
    TDH mínimo de ½ hora com a função de preparar o efluente a entrar no sistema por gravidade para economia de energia e simplicidade. A elevatória pode ser projetada com bomba submersa, sistema “Venturi” e “motive flow” e suas variações: enterrada, externa, móvel, etc…
  3. Tratamento
    Tratamento Biológico Anaeróbio; Fossa Filtro Anaeróbio; Filtro com fluxo ascendente ou descendente; Reator anaeróbio de leito fluidizado; UASB – RAFA; Reator Anaeróbio com recirculação e/ou Filtro Flutuante com recirculação
    • Tratamento Aeróbio: Reator lodos ativados, leito fluidizado ou filtro.
    • Tratamento Anóxico: Tipo filtro com mídia fixa em série com o aeróbio.
    • Separação de Sólidos: Flotação, Decantação ou Filtração com areia
    • Desinfecção: Cloração com pastilhas de tricloro isocianúrico, dosadora de hipoclorito de sódio ou cálcio ou com Radiação Ultravioleta.
    • Aeração: Com aerador por ar difuso ou flotador com microbolha.