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ETEs Modelos 2017-08-18T20:38:40+00:00

Estações Compactas Modelos – (ETE’s)

O sistema compacto de tratamento de efluentes ou ETE Compacta permite a despoluição e o reaproveitamento das águas de efluentes, atende pequenas vazões com economia de espaço. A despoluição da água segue etapas para retirada dos compostos orgânicos e inorgânicos que causam poluição ao meio ambiente como rios, lagos, mar e lençol freático.

Principais poluentes:

(1) material orgânico com presença de carbono na estrutura que vai causar a falta de oxigênio aos organismos aquáticos; (2) material orgânico com presença de nitrogênio e fósforo que facilitam o desenvolvimento das algas verdes responsáveis pela ação da aparência dos corpos de água e da potabilidade.

No processo de tratamento o carbono orgânico é oxidado e transformando em gás carbônico (CO2) e a amônia – N-NH4/nitrato -NO3, em Nitrogênio gasoso (N2) ambos liberados na atmosfera. Outro problema de poluição são os microrganismos que podem causar epidemias. Para este tratamento específico se emprega o cloro ou os sistemas de radiação ultravioleta.

Etapas de despoluição

O sistema de tratamento de água inclui um pré-tratamento com grade, caixa de areia, caixa de gordura, fossa séptica e peneira ou flotação. Normalmente na seqüência se o sistema for aeróbio vem a câmera de aeração/digestão. Uma ETE Compacta com base em reatores aeróbio necessita de um fornecimento de oxigênio para permitir o desenvolvimento de organismos aeróbicos (lodo ativado) e sua decantação posterior. A água, na seqüência, pode ser desinfetada por cloração, ozonização ou radiação UV e reusada ou lançada no meio ambiente.

Visualização integrada do sistema segundo o EPA 832-F-00-031 de Set/2000:

Estações de Tratamento de Efluentes – ETE Compacta

O Tratamento Biológico da SNatural para redução/retirada de carga orgânica de um efluente ou esgoto doméstico atende a legislação dos Estados e Municípios: Conama 357, Artigo 18 de São Paulo e outros. O tratamento é escolhido em função da localização, legislação e finalidade do tratamento.

Etapas do Tratamento:

    1. Tratamento preliminar
      – Fossa para retenção de Sólidos com TDH acima de 01 dia
      – Remoção de areias
      – Caixa de Remoção de Gordura
      – Transporte e remoção de sólidos gerados no gradeamento ou peneiramento (detritos grosseiros e areias).
    2. Estação Elevatória
      TDH mínimo de ½ hora com a função de preparar o efluente a entrar no sistema por gravidade para economia de energia e simplicidade. A elevatória pode ser projetada com bomba submersa, sistema “Venturi” e “motive flow” e suas variações: enterrada, externa, móvel, etc…
    3. Tratamento
      Tratamento Biológico Anaeróbio; Fossa Filtro Anaeróbio; Filtro com fluxo ascendente ou descendente; Reator anaeróbio de leito fluidizado; UASB – RAFA; Reator Anaeróbio com recirculação e/ou Filtro Flutuante com recirculação• Tratamento Aeróbio: Reator lodos ativados, leito fluidizado ou filtro.
      • Tratamento Anóxico: Tipo filtro com mídia fixa em série com o aeróbio.
      • Separação de Sólidos: Flotação, Decantação ou Filtração com areia.
      • Desinfecção: Cloração com pastilhas de tricloro isocianúrico, dosadora de hipoclorito de sódio ou cálcio ou com Radiação Ultravioleta.
      • Aeração: Com aerador por ar difuso ou flotador com microbolha.